DIA 17 ACONTECE | 17 de Outubro | Fundação Robinson | Portalegre

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portalegre1DIA 17 ACONTECE | 17 DE OUTUBRO | QUINTA-FEIRA

18h00_CONVERSA NO MUSEU
Trabalhos decorativos em argamassas de cal e areia:

o retábulo da capela de Gaspar Fragoso

Patrícia Monteiro
Licenciou-se em História, variante de História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), em 1998.

Entre 1999-2001 frequentou o I Curso de Conservação e Restauro de Pintura Mural promovido pelo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR).

Desde então tem vindo a participar em diversos projectos de investigação e inventariação do património móvel e integrado.

Foi bolseira do Instituto de História da Arte da FLUL no projecto As matérias da imagem: os pigmentos na tratadística portuguesa entre a Idade Média e 1850 (2005-2006) (POCI/EAT/58065/2004).

Entre 2009 e 2012 leccionou a disciplina de História da Pintura Mural no Instituto de Artes e Ofícios (FRESS).

É membro da equipa do projecto PRIM´ART_Redescoberta da ARTe Mural em Portugal: Estudo Histórico e Científico do Arquiespiscopado de Évora (1516-1615) (PTDC/CPC-EAT/4769/2012).

É Mestre em Arte, Património e Restauro, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2008), com o tema A Pintura Mural na Região do Mármore: Estremoz, Borba, Vila Viçosa e Alandroal (1640-1750).

Em Maio de 2013 doutorou-se pela mesma instituição com a tese A Pintura Mural no Norte Alentejo (séculos XVI a XVIII): Núcleos Temáticos da Serra de S. Mamede.

 

18h45_PICAR O PONTO
Com o antigo operário Edmundo Catalão

Edmundo Catalão (1931, Portalegre)

Começou a trabalhar aos 7 anos de idade numa carpintaria, onde trabalhou até aos 12 anos.
Com 14 anos vem trabalhar para a Fábrica Robinson, na chamada prancha, onde, por ter já uma filha, resistiu a “uma grave crise, que reduziu o trabalho na prancha e despediu os operários solteiros e sem filhos”,

passando a trabalhar nas autoclaves durante 34 anos. Nos últimos 8 anos de trabalho na Robinson assume o cargo de Ajudante de fogueiro, alimentando as caldeiras.
Durante mais de três décadas integrou o corpo de Bombeiros da Robinson, tendo-se reformando em 1989, aos 58 anos de idade, completando assim 44 anos de trabalho na Fábrica.

 

 

ENTRADA LIVRE
LOCAL: Museu Robinson – Núcleo da Igreja do Convento de São Francisco

APOIO: Delta Cafés

MUSEU ROBINSON

T. 245 307 532
Mais informações em:
http://www.fundacaorobinson.pt/noticias,6,422,detalhe.aspx